Não fossem os dias chuvosos e as manhãs de sol que acompanharam minhas muitas primaveras, talvez eu não fosse o que sou hoje. A vida não tem graça sem as manhãs de sol, e estas nada seriam sem as manhãs de chuva.
O céu é meu medidor de melancolia.
Assim como o girassol fica perdido na ausência do astro, meu dia se perde em nostalgia. Preciso do calor para aquecer a vida e da luz para fazer brilhar o que eu vejo.
Nunca é a mesma coisa sem ele...
Não é de se espantar que Apolo, o deus mais belo, seja também o deus do Sol.









